Bomba em shopping deixa 3 mortos e 9 feridos em Bogotá

Explosivo foi detonado dentro de um banheiro feminino de um centro de compras na Colômbia. Mulher francesa de 23 anos está entre os mortos e 4 feridos estão em estado grave.


rês pessoas morreram e nove ficaram feridas neste sábado (16) em uma explosão no Shopping Andino, em Bogotá, informou o prefeito da cidade colombiana, Enrique Peñalosa, que classificou o incidente como "atentado terrorista covarde".

Uma bomba foi detonada dentro do banheiro feminino do segundo andar do centro de compras às 17h (horário local, 19h em Brasília). O shopping, situado na turística Zona T, muito frequentada por estrangeiros, foi evacuado e as ruas ao redor foram fechadas por carros de polícia.

Entre as vítimas está a francesa Julie Huynh, de 23 anos, segundo o prefeito de Bogotá. Posteriormente, a Clínica do Country confirmou as mortes de Ana María Gutiérrez, de 27 anos, e Lady Paola Jaimes Ovalle, de 31, "em consequência das lesões sofridas". Quatro feridos estão em estado crítico.

Policial mantém guarda em área isolada do Shopping Andino após um explosivo ser detonado dentro de um banheiro feminino (Foto: Jaime Saldarriaga/Reuters)

Policial mantém guarda em área isolada do Shopping Andino após um explosivo ser detonado dentro de um banheiro feminino (Foto: Jaime Saldarriaga/Reuters)

Atentado deixa feridos em shopping de Bogotá (Foto: AP Photo/Ricardo Mazalan)

Atentado deixa feridos em shopping de Bogotá (Foto: AP Photo/Ricardo Mazalan)

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, escreveu em seu Twitter que ordenou ao diretor da Polícia, general Jorge Hernando Nieto, que comande a investigação e expressou solidariedade às vítimas. Nieto afirmou à imprensa que "um artefato" foi colocado atrás de uma das privadas do banheiro.

Peñalosa avaliou que ainda é cedo para afirmar que "um grupo é responsável pelo atentado, mas claramente foi um atentado terrorista covarde".

A Colômbia vive um conflito armado de mais de meio século, que envolve guerrilheiros, paramilitares e agentes do estado e já deixou 260 mil mortos, 60 mil desaparecidos e 7,1 milhões de deslocados.

Recentemente, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) assinaram um acordo de paz com o presidente Juan Manuel Santos, que ganhou o prêmio Nobel da Paz em outubro por seus esforços.

O Exército de Libertação Nacional (ELN), que é o segundo maior grupo guerrilheiro do país e também negocia um acordo de paz com o presidente colombiano, condenou o ataque disse que "jamais faria ações com o objetivo de atingir a população civil".

A delegação de paz do ELN, que negocia o acordo com Santos em Quito, manifestou sua solidariedade com as vítimas e pediu que as autoridades investiguem o ataque a fundo para identificar os responsáveis.

Fonte: G1


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