Claudio Freitas

Claudio Freitas


NO TIC-TAC DAS HORAS


O relógio não toca, chora,
as horas que se vão.
A saudade me provoca,
e embosca , meu coração.
 

Arde, o tempo me arde,
na arte de fazer sofrer,
No pensamento ,vale
a esperança, do novo amanhecer,
 

Sem mistérios, quero dormir,
deixar por um momento , de pensar,
Preciso de um motivo para sorrir,
e uma rasão para sonhar,
 

O relógio o tic tac me enlouquece,
nem em preces me acalmaria,
Saudade, a dor me entorpece,
enquanto a alma, chora vazia,
 

O tempo pode ser mestre,
na direção de cada passo,
Mas, a saudade, feito abutre escarnece,
arrancando do coração um pedaço,
 

O relógio, horas de desespero,

no espelho , vazio da escuridão.
A lembrança, de ontem é o preço,
quase um apego pela solidão.
 

Não ha volta, nem curva, sentido reto,
rumo ao final,
Pedaços do que se foi, entre versos,
de um coração sentimental,
 

Um dia lido, sera,
compreendido, jamais
Por que Deus não dará 
sofrimento igual a ninguém mais.

 

Claudio Freitas - Príncipe dos Poetas

 

Câmara Municipal de Ibitinga

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