COLETAS, COOPERATIVAS E COMÉRCIOS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS. É SOLUÇÃO GERAL?

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O ferro enferruja, a madeira apodrece. Fio que não é usado para tecer ou fazer malha é algodão estragado. O trabalho vivo deve se apoderar dessas coisas, despertá-las entre os mortos, transformá-las de valores de uso apenas possíveis em valores de uso reais e efetivos. (MARX, 1988) 

 

Populações das urbes do planeta não são motivadas a reciclagem de materiais. “Catadores”  desses materiais, só tem interesses em recolher papelão, cobre e alumínio. Aqui na Região  Metropolitana de Ribeirão Preto, está assim por falta de aplicação de políticas públicas de  diretrizes dos Legislativos e Executivos envolvendo população. 

Jótha Marthyns  

CF/1998: Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente  equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida,  impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá lo para as presentes e futuras gerações. 

Ei, vocês, Giróvagos. Início lembrando; este artigo é a sequência sexta do tema “Terráqueos loucos” e emendo para suas reflexões imediatas:  “vocês “Zés Lelés”, alguma vez em vossos trabalhos, ou no balcão dos  seus preferidos ‘botequins da esquina’, ou mesmo no interior de sauna  do Clube; discutiram como as culturas cristãs, árabes, africanas, asiáticas  e indígenas enxergam o surgimento do mundo e a sustentabilidade  ambiental”?  

Pausa, para definir pontos e contrapontos. Esta declaração propositiva,  analítica, não tem a pretensão de igualar-se a Dissertação de Mestrado tratando da questão socioambiental no Brasil, em especial, da  problemática da coleta seletiva e da organização dos catadores de  materiais recicláveis em cooperativas tuteladas por prefeituras ou não.  

Misantropos: neste atual balaio de vergonhosas incompetências dos  passados e atuais gestores públicos; sim, admitamos que os fatos atuais  vêm de consequências. Herdamos toda a problemática ambiental gerada a partir das tecnologias ou pela falta delas naqueles séculos acontecidos, que vem possibilitando a destruição sem medida pela  natureza em fúria, causando sérios desequilíbrios geopolíticos.  

Liliputianos, fomentadores de estilos musicais de letras ‘ pop rock dark, funks e sofrências’. “Tarados e taradas” por novelas, Realitys shows e  vídeos do Youtube, Facebok, Instagram, Tik Tok, e Kwai. 

Prestem atenção no que teclo, imploro em nome dos nossos filhos e  netinhos e também das inocentes crianças órfãs ao redor desta  planetinha. Estas as órfãs, sem o devido respeito de suas famílias,  comunidades e autoridades.  

Seguindo o assunto e trazendo as vossas lembranças já visivelmente  afetadas pelos efeitos negativos e depressivos das ‘securas físicas‘ da  pandemia da Covid-19; levando terráqueos em insônias nas  madrugadas; atentem numa data significativa de poucas divulgações  pelas mídias planetárias.  

Seguinte. O Dia Mundial da Limpeza movimento cívico que une 180  países e milhões de pessoas em todo o mundo para limpar o planeta,  aconteceu em sua quarta vez no dia 18 de setembro de 2021. Acontece  desde 2018, 50 milhões de pessoas em mutirões saíram e limparam suas  cidades, praias, rios e comunidades de lixos espalhados. Só que em  2021, pouco foi o aumento desse número. 

Lembrando que a população atual de terrestres loucos está alcançando  os 8 bilhões aumentando a cada segundo. Nesse epílogo, seria falta de  interesses da população com o sofrido meio ambiente mundial ou  descasos do Poder Público, daqui ali e acola?  

Pasmem! Estrambelhados e atabalhoada manada. Qual cidade aqui  deste canto paulista, outrora nação Caiapó, hoje fictícia hollydiana  denominada Região Metropolitana de Ribeirão Preto, dedicou-se  civicamente em doação ao meio ambiente nessa faina acima mencionada?

Deslumbrados. Agora diante dessa informação e outras similares,  desabo em êxtase cataléptico, esperando o grande asteroide chocar-se  contra este grão de poeira cósmica – a Terra – E pitibuuummm  escaratibum! Já eramos! Num segundo seremos partículas de matéria  vagando por Galáxias. Misericórdias criadores! 

Pois bem. Voltando ao mote título neste enfoque ambiental. Enquanto  persistir nas cidades e aqui dentro da ‘Califórnia brasileira’ a total falta  de implementação de políticas públicas com projetos e campanhas de  conscientização em educação ambiental, com efetiva mobilização social  dos moradores, soluções serão sempre tais quais os “nas coxas” e “meia  boca”. > (Sabedoria popular).  

Sim, filósofos do direito! Faltam normas que garantam a manutenção de  um ambiente saudável, equilibrado e com promoção da justiça  ambiental. O que temos em nosso ordenamento jurídico ainda caminha tímido para o ideal pretendido. Entende? 

Latinos americanos! A maioria da população Tupi-Guarani, e nos países  menos desenvolvidos que esta Pátria Amada Brasil, não tem o habito  com o lixo domiciliar de separar reciclável de restos de alimentos,  descartando em sacos de lixo, plásticos, vidros, garrafas pets, tênis,  sapatos e chinelos de borrachas, pilhas, baterias de celulares, fones de  ouvidos, teclados musicais e de informática. Tudo vai parar dentro de  lixões e aterros sanitários, que foram se formando ao longo de décadas. “Ridículas ações” 

Sobre resíduos sólidos já dei meus ‘pitacos flamejantes’; teclados em  2017 02 27, inscrito no meu primeiro livro “Jornalista e Loucos Tudo a  Ver” – 1ª ed. 2019, página 59. Ed. Dilema.  

Por insanidades dos atuais Terráqueos Loucos, (des) cuidando (sic) do  meio ambiente; temos rios, lagos infestados de cloacas despejadas por  redes de esgotos e espumas químicas. Diariamente praias são atingidas por ondas de toneladas de plásticos e óleos que vem afetando a vida  marinha. 

Inclua-se nas agressões ao meio ambiente as tragédias nas cidades  mineiras de Mariana (2015) e Brumadinho (2019) ambas causadoras de  destruições e centenas de mortes, por rompimentos de barreiras de  mineradoras omissas em prevenções.  

E os terráqueos loucos seguem suas vidas. Brasileiros e brasileiras na  expectativa das festas de final de ano 2021 com vistas ao Carnaval nas  ruas das capitais e expectativas para Dubai/2022 e claro nas eleições  desse próximo ano.  

A coleta seletiva maneira ecológica e mais adequada para o descarte de  lixo urbano e a inclusão dos catadores de materiais recicláveis têm sido  destaque no cenário político, econômico e social nas últimas décadas no  Tupiniquim País. As Cooperativas dirigidas por Prefeituras e sem  fiscalização de Câmaras Municipais, tem cooperados reclamando de  baixa renda auferida, preferindo atuar isolados pelas ruas de suas urbes.  

Várias e muitas são as opiniões a respeito do ponto aqui dissecado.  Vejamos, espertos operadores de bitcoins.  

“Embora a coleta seletiva, e em especial a desenvolvida com a  inclusão de catadores, tenha evoluído no país nas últimas duas  décadas, e nos últimos oito anos principalmente devido às políticas  públicas e investimentos da esfera federal, e à atuação de  parlamentares comprometidos na elaboração de políticas estaduais,  verifica-se que a atuação dos estados e dos municípios ainda é tímida  e depende de vontade política de administradores”. (BESEN, 2012,  p.390). 

“Os catadores, organizados em cooperativas ou associações, mesmo  quando não avançam para operações de beneficiamento ou  valorização de seus produtos, apresentam melhores resultados em  termos de renda, vendem os resíduos em maiores quantidades,  ofertando produtos em melhores condições de limpeza e classificação,  barateando o transporte e prensando as cargas para comercialização”  (PINHEL; ZANIN; MONACO, 2011, p. 56) 

Aristotélicos! Despertando o lado esquerdo dos vossos cérebros,  informo que este tema (aqui na sexta sequência) procura alcançar entrelaçamentos interdisciplinares, nas múltiplas áreas do meio  ambiente terrestre. 

Sustentabilidades para o meio ambiente mundial, até aqui fontes inesgotáveis aos governos, para amplas e profícuas discussões em  buscas urgentes de soluções para mitigar as ações violentas da natureza  contra os terrestres loucos. Assim sendo, ecléticos do nem-nem e céticos  do e-e; certeza voltarei junto a vós.  

Se bem que, a prioridade mundial é o aquecimento do Planeta que pode  afetar várias cidades do mundo com a elevação do nível do mar que  podem sofrer inundações sem precedentes. Um bilhão de terráqueos  estão sob riscos.  

Aguardemos as decisões de lideranças mundiais, os “Senhores do Poder  e dos Anéis”, na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças  Climáticas, a COP 26, que será realizada em Glasgow, na Escócia. Que  esses governantes tenham a noção de que o efeito estufa não é uma  questão somente cinética, mas totalmente política. Esse pessoal vai  lembrar-se dos Protocolos de Kyoto/1992? Do Rio + 20?  

“O que chamamos de poder do homem sobre a natureza se tornou  o poder do homem sobre o homem usando a natureza como  instrumento. ”C.S. LEWIS. The abolition of man. 1944. 

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