ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS

O papel estratégico e dependentes das prefeituras no futuro do SUS orquestrado pela DRS-13

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“Não conhecemos as coisas como são, mas apenas suas aparências” Kant (1724/1804)

Os espaços das políticas públicas nas áreas da saúde da população agora mais que antes devem avançar. São avanços enormes e atendem à mais importante prioridade da população, claro, incluindo aqui a nossa Cidade Sonho neste Novo Tempo, Nova Era Cósmica.

*Por Jótha Marthyns

Recrutas e veteranos! Confrades e confreiras! Das nossas habituais saudações, início mais uma aventura por silabas, letras, palavras e parágrafos, culminado em texto. Sem intenção de copiar o que muitos estão escrevendo ou falando, também entro na questão de Saúde. SUS administrada (sic) pela DRS-13.

Antes indago: ‘Profetas’ ao longo dos séculos erraram? Quem profetizou sobre as mais de 50 milhões de vítimas da “Gripezinha Espanholita” e suas “cepas “ descendentes, aqui agora com a COVID-19 nesta data e hora > 11/02/2021 17:02:42, registra mais de 231 mil brasileiros mortos?

Aqui em terras outrora habitadas por povos indígenas de etnias Tupis, Caetés, Tupinambás, Carijós, Caiapós: a pandemia de Covid- 19 despontou a urgente necessidade de uma revisão do papel do Estado e das políticas públicas dentro da fragmentada área da frágil saúde sempre desprezada por agentes públicos das três esferas da administração pública. Certo ou errado?

Destacando que todo esse rito falho é consequência da falta de competências e eficiências com início dentro das cidades. Estou com ilações em tal tema?

Recruta Zero, sentido! Dispor de cobertura universal e de sistemas de saúde robustos provou-se, mais do que um imperativo ético, um desafio prioritário e incontornável à luz dos riscos sanitários que o mundo enfrenta – os de agora e os que ainda estão por vir.

Tem gente que não acredita que a terra está girando suspensa no espaço em dois movimentos. E que também estamos sendo monitorados por objeto não identificado > 2020 SO tal qual um cometa? E que estamos prestes ao esperado encontro com seres alienígenas? Não, esta não é uma “viagem na maionese”. A NASA confirma o que aqui insinuo.

Voltando abaixo do espaço sideral. Pasmem, filósofos de meia tigela e analfabetos políticos! Não, não maldiçoem os infelizes servidores da DRS-13. Eles não sabem o que fazem. “Pai, perdoa- lhes pelas incompetências”.

Esse órgão, pouco se expõem em publicidades, sabe-se lá por quais ululantes objetivos. Essa DRS-13, tem a vida e a morte de usuários do SUS na mão e caneta, dentro das cidades que jurisdiciona (sic 2) na hipotética Região Metropolitana de Ribeirão Preto, sempre carregando a saúde no estilão “meia boca”, e “nas coxas”. Não agora, mas desde muitos antes.

Essa DRS-13 sempre foi péssima em interpretar, conduzir e aplicar todas as Normas, Diretrizes, Protocolos emanados da União e do Estado. Sim, concordo, sempre foi órgão submisso a governadores e suas políticas. Acomoda-se e fica no lucro de esquecimento de que existe.

Continuo, insisto no tema saúde. Sim. Justiça também, seja feita. O SUS foi na CF de 88 idealizado para atuação dentro da sociedade brasileira e na vida de inúmeras famílias. Concordo. O SUS funciona sim. (Não em todo o conjunto)

O SUS é Samu, vigilância sanitária, vacinação, atenção básica, atendimento domiciliar (sic 3), medicamento gratuito (nem todos), UPA, AME, (aqui não tem e a DRS-13, boicota esse direito da comunidade em Monte Alto), CAPS, transplante de órgãos, hemocentros (aqui o doador tem que deslocar-se a Ribeirão Preto, ou aguardar a vinda de equipes do Hemocentro).

Muitos falam, comentam, escrevem, que o SUS sempre causa anos de fila de espera de cirurgias de medias e alta complexidades medicas. Pura verdade. Eureka! Essas mazelas partem da má gestão e sucateamento do SUS que é projeto do governo e tem muitos interesses políticos e financeiros para que o SUS não funcione, gerando muito lucro a quem necessita de serviços pagos.

O Brasil construiu ao longo das últimas três décadas o Sistema Único de Saúde - SUS - com resultados extremamente importantes, mas muitos desafios persistem. No longo prazo parece-nos claro que o orçamento para a saúde pública terá de crescer significativamente. Lembram-se da petista e ex- presidentA Dilma; “cortou” sem dó e piedades prioridades da saúde dos brasileiros e brasileiras? Esperta ela! Pagamos até hoje pelas suas incompetências.

Ciborgs! Concluamos. No entanto, dentro de Era Pandemia, enquanto não se repensam as prioridades orçamentárias do País, é necessário concentrar esforços na busca de ganhos de equidade e qualidade que possam ser alcançados sem grandes custos adicionais. A atuação dos 5.570 municípios poderá ser decisiva para a melhora do sistema e qualidade de vida das populações.

Heróis e heroínas, façam a lição. São prioridades dentro dos municípios: Prefeitos e prefeitas DEVEM:

1 - focar em reduzir fatores de risco para a saúde da população por meio de uma política integral de promoção de saúde. Os municípios devem assumir a responsabilidade de zelar pela qualidade do ar, da água, da habitação e da alimentação de seus cidadãos. Podem, por exemplo, incentivar a criação de espaços saudáveis, fomentar a prática de exercícios físicos e limitar o consumo de alimentos ultra processados e de açúcares nas escolas.

Uma população mais saudável significa mais bem-estar e menor sobrecarga do sistema de saúde. Entende?

2 - melhorar a capacidade de monitoramento e vigilância sanitária e epidemiológica dos municípios com equipes comprometidas com eficiências em trabalhos.

3 - expandir a cobertura da atenção básica e torná-la mais resolutiva. Nesse quesito, cabe dar às equipes do Estratégia Saúde da Família (ESF) mais autonomia e primazia na regulação do acesso aos serviços de média complexidade, de diagnóstico e de especialistas.

4 - Aumentar a participação da enfermagem na produção ambulatorial seria um primeiro passo importante nessa direção. Mas não basta só sugestionar procedimentos e melhorias na área da saúde pátria. É necessário melhorar qualidade e eficiência. Dessa forma se aliviariam as demandas por serviços hospitalares, principalmente o atendimento de urgência e emergência, que em muitas cidades do País já estavam à beira do colapso antes mesmo da pandemia.

5 - Pautar as decisões da prefeitura de acordo com dados e indicadores de saúde da população e fazer um monitoramento sistemático dessas métricas.

Por fim, porém não menos importante, os municípios devem trabalhar e alocar os seus recursos de maneira coordenada com os seus vizinhos e com o governo estadual. Com essas propostas auxiliar os novos governos a melhorarem as políticas de saúde. Os espaços para avançar são enormes e atenderiam ao que é hoje a mais importante prioridade da população.

Gafanhotos, perceberam que neste texto, não me insinuo graduado em políticas públicas da saúde? Este conteúdo é o resumo de outros temáticos assuntos lidos em jornais e revistas e acompanhando em rádios, aplicativos e assistidos na TV.

Também vos esclareço: O que passo nestas linhas é resultado da vivencia de usuário do SUS local a partir de 1988, com algumas passagens que relembro ter sido vítima de descasos e até perseguições políticas sofridas, seja em UBS, Pronto Socorro e Santa Casa. Não só atendimentos ruins, tive alguns eficientes resultando em manifestações de agradecimentos via jornais.

RELFEXÕES FINAIS. Sigamos juntos, dentro de turbulentos e sensíveis outros temas nacionais que polvilham diariamente o noticiário tupiniquim, isso ocorrendo por 40 anos sucessivos, nessa sinuca maluca. Continuemos em oração pela Nação!

Filosofo: “As leis não acompanham a evolução da sociedade. Seria essa a raiz de todos os males que nos envolvem? “

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