TERRÁQUEOS LOUCOS

A Terra está esquentando ou esfriando? 

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Nossa Fórmula 1 para o ambiente global é a corrida por um  mundo mais saudável, mais justo, resiliente, clima-positivo e  carbono-negativo. A humanidade tem provocado o  aquecimento do planeta a taxas sem precedentes. Em todas  as esferas da vida observamos sinais dos desequilíbrios daí  resultantes. 

*Por Jótha Marthyns 

Seres faustosos e notívagos, habitantes temporários desta Pátria Amada  Brasil. Início a sequência quinta da série ‘Terráqueos Loucos”. Tema  propositivo, singela intenção de instigá-los a interagir nas suas camadas periféricas dos vossos hemisférios, córtex cerebrais; até aqui inertes em analises e reflexões em assuntos de interesse global que enfoca a  existência da raça humana no esférico, (ou plano, seria?) Planeta água.  

Estava escrito nas estrelas. ‘Terráqueos loucos’, desde o Jardim do Éden,  preferiram seguir trilhas de existências nos estilos Sodoma e Gomorra: Deu merda! O Planeta está mais para pinico ao invés de lagoa azul.  

Desculpem espíritos de gestores púbicos a começar da antiguidade  oriental, alcançando este século XXI. Vocês só pensavam em poder e  ganancias de riquezas, orgias e sacanagens, dentro de palácios e favelas.  

Repito. Deu no que temos. Pagamos os custos deixados por ignorâncias  e incompetências de homens e mulheres sentindo-se os Donos do  Mundo, (neste aqui depois, tudo segue igual o antes) passaram o bastão  de comando com muitas barreiras e travessias perigosas.  

A emergência climática. É um dos maiores desafios que a humanidade  enfrenta. Uma batalha que extrapolou a dimensão ambiental e tem  causado danos profundos em todo o mundo, especialmente aos mais vulneráveis, e compromete de forma indelével o horizonte do futuro dos terráqueos. Aqui neste canto do planeta temos o que antes era visto só  em noticiários da TVs; queimadas gigantescas, desmatamentos, rios  secando, reservatórios de abastecimento de água das cidades, em níveis  críticos, agravamento da crise hídrica e da falta de energia generalizada  desertificação, tempestades de areia em extensas áreas de cultivo da  cana de açúcar.  

Exemplo de desequilíbrios do clima, nunca antes vistos nestas bandas,  atingiu o interior de SP e MG. Na tarde do domingo, 26 de setembro de  2021, uma grande tempestade de poeiras atingiu cidades do interior de  São Paulo, na região de Franca e Ribeirão Preto, e algumas cidade de  Minas Gerais. Fato inusitado nunca presenciado. 

O modo irracional de lidar com a natureza desde o século XVIII com início  da Revolução Industrial foi legado de irresponsabilidades e chegamos  aos atuais níveis graves das intensidades da poluição ambiental e na  atmosfera.  

Eventos climáticos extremos, tais quais tempestades, vendavais, tufões,  ciclones e ondas de frio e calor, secas e inundações, perambulam por  todos os continentes. Terráqueos, fingem preocupação no diário e  acelerado derretimento das geleiras, consequências irresponsáveis de  governos nas emissões de CO2: a concentração atmosférica de dióxido  de carbono e de outros gases de efeito estufa (GEE). 

Não seria exagero afirmar que as implicações da mudança do clima  podem ser equiparadas, em grau de centralidade geopolítica, às  preocupações com que, na guerra fria, sobre desarmamento e não  proliferação nuclear. 

Não resta outra saída, senão uma verdadeira concertação global. E  essa chance está batendo à porta. Prevista para os primeiros dias de  novembro, em Glasgow/COP-26 será talvez chance, pois em breve não  mais haverá tempo para a humanidade resolver problemas que ela  mesma criou. Até o Sumo Pontífice no Vaticano, agregou líderes religiosos para envolvimento em questões do ambiente. 

Ideólogos de plantão. Sabeis vós, que nossos atuais desafios não são  triviais. Estamos numa daquelas encruzilhadas quando a humanidade  pode promover inflexões e buscar novos rumos. Errar nessas opções  acarretará prejuízos irreversíveis. Neste debate, o Brasil pela sua  importância no contexto global atual tem obrigação de atuar e liderar.  

É imperioso combater as ilegalidades de desmatamentos, queimadas,  garimpos, grilagem de terras e demais crimes contra o Brasil, que  atingem em especial a Amazônia. Cabe lembrar que já lideramos essa  pauta, a partir da Rio-92, quando encerramos outra triste fase em que  aos olhos do mundo desde 1985, éramos uma espécie de pária  internacional. 

Tudo a ver com o meio ambiente. Se dependermos de ações das  políticas públicas emergenciais dos ocupantes dos Poderes da  República, baseados dentro e periferias do Eixo do Mal em Brasília; uma  parcela de brasileiros e brasileiras vítimas de enchentes, deslizamentos  de casas em encostas de morros, quem sobreviver, terá seus futuros  lares em barracas de papelão ou lona dentro das calçadas de ruas,  praças, debaixo de pontes e viadutos, clientes do restaurante Bom Prato.  

Nesse balaio de calamidades climáticas brasileiras o mais importante; é  que o Congresso Nacional, por excelência o órgão representativo da  defesa da população, está em todas as pesquisas de opinião e manifestos  de entidades da sociedade civil; chamado para comprovar atuação em  mais responsabilidade ambiental e mecanismos para pô-la em prática. 

Universalistas. Não é minha praia mas entro no vácuo da manada arriscando palpites, pois sou leigo em negociações de Mercados  regulados de carbono que podem alavancar ainda mais todo esse  potencial. Entende?  

Tempus Regit e ruge. Cada fração de grau – cada segundo de atraso – conta. É contabilizado em termos de vidas perdidas, casas incendiadas  ou inundadas, encarecimento dos alimentos e destruição de valor.

Destrambelhados. O mundo, com a audácia da lucidez e a inspiração da  esperança, deve lutar a fim de alcançar o caminho que nos resta:  sobreviver e deixar como herança um planeta viável às próximas  gerações, ou seremos amaldiçoados como fazemos com a humanidade  que passou. Pouco de bom nos legaram. 

Ainda bem que sempre de alguma forma tivemos a atenção da  Federação Galáctica, aliada aos Estados Unidos e Israel, baseada no  interior do planeta Marte. Esses ‘irmãos cósmicos’ passaram ao longo  dos séculos capítulos de conhecimentos em evoluções das tecnologias.  Na área da saúde, não ensinaram nada sobre o câncer. Idem para o meio  ambiente e ecossistemas. Nadinha de tecnologia para entender se existe  civilização no centro da terra. Se bem que nem imagino qual tem sido em bastidores o “custo” dessa aliança na “surdina” desde 1947. Alguns  mistérios permanecem.  

Como afirmou o ex-presidente americano Barack Obama, “somos a  primeira geração a sentir os impactos da mudança climática e a última  geração que pode fazer algo sobre isso”. 

Marqueteiros de araque, em pré-campanha para 2022, políticos e  políticas “171”; hoje, mais que antestodos devemos refletir sobre o meio  ambiente, para que o raio da excomunhão da natureza não nos parta ao  meio! 

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