Psicóloga Talita Andrade Deltorto

Psicóloga Talita Andrade Deltorto


Vamos conversar um pouco sobre o medo?


O medo e a ansiedade são sensações que experimentamos desde muito pequenos e ao contrário do que muitas pessoas pensam não são ruins.

Sentir medo muitas vezes pode permitir analisarmos mais acertadamente uma situação antes de executa-la, mas em contrapartida quando a ansiedade e o medo são em exagero e passam a limitar a vida e a convivência, bem como a somatizar sensações físicas dai precisamos avaliar com cautela e cuidar porque nesse formato não é considerado normal e impossibilita que se tenha qualidade de vida.

Algumas crianças costumam apresentar medos específicos após passar por alguma situação traumatizante como uma mordida de cachorro, ou um acidente. Outras tem medos de figuras imaginárias muitas delas criadas por vezes pelos pais e familiares.

Por esse motivo é importante lembrar aos adultos que convivem e que tem crianças em casa principalmente pais e mães que aquilo que dizem aos seus filhos tem um peso muito grande e a criança acredita no que escuta de vocês, portanto, tomem cuidado com o que dizem e como dizem aos seus filhos.

Cada idade tem medos específicos que podem ou não variar de criança para criança:

1 a 4 anos: medos de barulhos fortes como bombas, trovões, pessoas estranhas, dentre outros.

5, 6, 7 até os 8 anos: Medo de ficar sozinho em cômodos da casa, medo de escuro, de fantasmas, zumbis e monstros. Nessa idade também a criança pode ter medo de acidentes, desastres naturais.

Ao longo da vida os medos não deixam de existir, possivelmente você esteja lendo e se lembre de ter passado por esses medos quando pequeno e também tenha seus medos específicos da fase em que esta vivendo hoje.

È importante abrir espaço ao diálogo para que a criança possa falar sobre seus medos, não dê risada, não faça piada, tente acalmar, explique que é normal sentir medo e diga que as vezes você também sente.

Deixe a criança falar abertamente e ofereça ajuda. Embora em muitos dos casos o medo seja de situações ou figuras irreais a sensação que sua criança experimenta é real e faz sofrer muito.

Observe atentamente os jogos aos quais ela esta exposta ao vídeo game, que tipos de canais ela acessa pelo celular e outras mídias, muitas vezes deixar seus filhos em frente a eletrônicas sem sua supervisão seria o mesmo que deixa- lo sozinho em um grande centro comercial sem nenhum adulto de sua confiança ou mesmo você cuidando dele (consegue imaginar o que ele poderia viver e ver em uma situação dessas?) é isso o que você faz quando deixa seu filho a vontade nos meios de comunicação.

Crianças são curiosas sempre lembre disso!

Formas de somatizações de ansiedade e medo: inquietação, mãos suadas, problemas para dormir, batimento cardíaco acelerado, respiração ofegante, náusea, dores de cabeça (sem justificativa fisiológica), dor de estomago, dentre outros.

Pois então a minha dica de hoje é:  Observe seu filho, aproxime-se dele e se juntos ainda for difícil controlar essas situações de medo procure ajuda qualificada, não espere chegar no limite ajude antes, cuide antes!

 

Um abraço da psi a todos!

 

Psicóloga Talita Andrade Deltorto #Crianscendocriança

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