Ibitinga promove a semana de luta contra a Leishmaniose

Mesmo sem casos registrados, o centro de controle de vetores do SAMS intensifica campanha de combate e prevenção. Conheça um pouco mais sobre o que é, sintomas e como evitar esta doença.


Mesmo sem casos registrados na cidade de Ibitinga, a busca pela prevenção da Leishmaniose está sendo intensificada pela equipe do Controle de Vetores da cidade e busca orientar a população sobre o que é e os cuidados.

O que é Leishmaniose

A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. 

Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Transmissão

Ocorre pela picada de insetos vetores, os flebotomíneos, popularmente chamados de “mosquito palha” ou “cangalhinha”. Eles são pequenos, de cor clara e pousam de asas abertas. O mosquito se contamina com o sangue de pessoas e animais doentes e transmite o parasito a pessoas e animais sadios.

Humanos e animais

Os sintomas no ser humano são: febre, emagrecimento, fraqueza, anemia e aumento de baço, dentre outras manifestações. O diagnóstico e tratamento estão disponíveis na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), através das Unidades de Saúde do município. A doença quando não tratada, pode evoluir para óbito.

Já no animal, os sintomas são: apatia (desânimo, fraqueza e sonolência), perda de apetite emagrecimento, feridas na pele - principalmente no focinho, orelhas, articulações e cauda (que demoram a cicatrizar), descamação da pele, crescimento anormal das unhas e perda de pelos. Em fase avançada da doença, os animais apresentam aumento abdominal, olho vermelho, diarreia, vômito e sangramento intestinal. O cão infectado pelo parasita, pode adoecer logo ou demorar meses para apresentar sintomas, e o tratamento tem custo alto ao proprietário.

Como evitar

As Leishmanioses são de difícil prevenção até o momento, a medicina não descobriu formas definitivas de controle.

O diagnóstico imediato da doença e a procura de tratamento adequado são as medidas preventivas indicadas.

O mosquito transmissor é encontrado em lugares úmidos e com muitas plantas, às vezes perto de casas e moradias, florestas fechadas e pés de serra. O mosquito das Leishmanioses voa baixo e saltitante e, normalmente, aparece ao anoitecer. Em algumas regiões, ele surge pela manhã e tarde.
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SAMS – Serviço Autônomo Municipal de Saúde
Controle de Vetores - Rua Dr Teixeira, nº 788
e-mail: [email protected]
Fone: 9 9778-5055


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