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18/08 - IBITINGA-SP
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Prefeitura e SAMS esclarecem questões da gripe H1N1 e sobre a vacinação; Veja vídeo

Entrevista com Doutora Luciana Sgarbi e Doutor Fernando Inácio falam sobre o assunto


De abril a junho deste ano, o Ministério da Saúde realizou a 20ª Campanha Nacional de Vacinação para 54,4 milhões de pessoas que integram os grupos prioritários (crianças de 06 meses até 05 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas com até 45 dias após o parto, idosos, professores e portadores de doenças crônicas).

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde, pois, a imunização destes grupos reduz consideravelmente à circulação dos vírus e, consequentemente, ajuda a proteger indiretamente quem não tomou a vacina.

Em Ibitinga, o Serviço Autônomo Municipal de Saúde de Ibitinga - SAMS informa que a imunização contra a gripe H1N1 se estendeu até o mês de julho, período em que foram aplicadas 10.214 doses da vacina para os grupos de riscos determinados pelo Ministério da Saúde. Os números representam 84,5% de cobertura vacinal, sendo:

Crianças: 83,04%; Trabalhador da Saúde: 100%; Gestante: 100%; Puerpera: 93,10%; Idoso: 78,66% e Professores: 100%

Assim, para orientar melhor a população, seguem algumas considerações e também a entrevista da infectologista Dra. Luciana Sgarbi (Santa Casa de Ibitinga) e do Dr. Fernando Ignácio (Gestor do SAMS) sobre o assunto para o Grupo de Rosa de Comunicação, veiculada hoje pela manhã no jornal regional “Matutino”.

Além disso, seguem também algumas respostas para dúvidas frequentes da população.

1- Ibitinga está com surto de H1N1?
Não. O número de mortes registrado na cidade e em outros municípios do Estado de São Paulo não representa um surto. Infelizmente, em Ibitinga, foram contabilizados quatro óbitos confirmados por H1N1. Três deles de pessoas que pertenciam ao grupo de risco e não foram imunizados com a vacina entre os meses de maio e julho deste ano.

2- Por que não vacinou mais pessoas?
A liberação da vacina H1N1 é feita pelo Ministério da Saúde, que destina as doses para os grupos de risco, conforme explicado acima. Ao longo de quase quatro meses, houve vacinas suficientes para todas as pessoas inseridas nos grupos de risco.

3- Outras cidades vacinaram 100% da população?
Não é verdade. As doses são destinadas a grupos prioritários, conforme mencionado acima. Após a baixa adesão de pessoas à vacina em todo o território nacional, durante o período de campanha, o Ministério da Saúde ampliou o público alvo para crianças de até 9 anos de idade.

4- A Prefeitura vendeu as doses para laboratórios?
Isso seria crime. As doses são liberadas pelo Ministério da Saúde e todo o controle de vacinação é monitorado pelo órgão federal e governo do estado que, inclusive, redistribui vacinas entre municípios para alcançar o maior número possível de pessoas. Embora a campanha nacional termine em junho, em Ibitinga ela se estendeu até julho.

5- Por que a Prefeitura não compra mais doses?
Estas doses não são compradas. Elas são enviadas gratuitamente pelo Ministério da Saúde como parte da Política Nacional de Imunizações e como acontece com outras campanhas nacionais de vacinação. Inclusive, está em andamento a campanha de vacinação contra a poliomielite e o sarampo para crianças com idade entre 01 e 05 anos.

Veja a entrevista com a Doutora Luciana Sgarbi, Infectologista da Santa Casa de Ibitinga e professora da Faculdade de Medicina de Marília (SP), e o Doutor Fernando Inácio - Gestor do SAMS Ibitinga:


Vídeo: Portal Ternura
 

Ações para evitar a contaminação pelo vírus Influenza A H1N1
• Lavar sempre as mãos, principalmente após tossir e espirrar. Para lavar a mão, deve-se utilizar água e sabão ou, ainda, álcool 70%. Para utilizar o álcool, é importante não estar com as mãos visivelmente sujas;
• Utilizar lenços descartáveis;
• Deixar o ambiente sempre ventilado;
• Cobrir boca e nariz sempre que espirrar ou tossir;
• Não tocar na região dos olhos, nariz e boca sem que a mão esteja limpa;
• Não compartilhar objetos de uso pessoal, como garrafas, copos e talheres;
• Evitar contato com pessoa doente, evitando abraços, beijos e apertos de mão;
• Evitar aglomerações em épocas em que o número de casos da doença for alto


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