Butantan planta 120 mudas de cerejeiras no início da primavera

Atividade faz parte das ações em comemoração aos 120 anos do Instituto; iniciativa também marca o início da estação.

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Nesta segunda-feira (21), o Instituto Butantan iniciou a comemoração do aniversário de 120 anos com o plantio de cerejeiras, marcando também o começo da primavera. Foram 120 mudas, uma para cada ano celebrado, doadas por meio de uma parceria com a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social – Bunkyo.

O Instituto Butantan completará 120 anos em 2021 e essa é a primeira atividade da programação de aniversário. “Iniciamos de maneira bastante simbólica essa comemoração. A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa gentilmente cedeu as mudas, viabilizando o embelezamento deste local que será muito representativo para todos nós”, afirma Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

Assim que as atividades e visitações voltarem ao normal e seguindo todas as recomendações necessárias, o local será aberto à visitação pública para que toda a população possa desfrutar do espaço.

“Temos uma vasta área verde e diversos exemplares de árvores em nossas instalações. Este espaço destinado às Cerejeiras será um ponto de atração, contemplação e lazer para todos que apreciam a natureza”, afirma o diretor-presidente da Fundação Butantan, Rui Curi.

Sobre o Instituto

As dependências do Butantan possuem 80 hectares de área, sendo 60% de cobertura verde que conta com 80 mil árvores. No complexo, onde existe também um parque, há uma ampla biodiversidade onde é possível contemplar a fauna e a flora remanescente da Mata Atlântica. Nesse parque está sendo remodelado o Horto Osvaldo Cruz, área que será destinada para visitação pública e será uma oportunidade para as crianças voltarem suas atenções para o estudo da ciência.

No espaço os visitantes encontram árvores raras, centenárias, históricas e ameaçadas de extinção, como é o caso do Jequitibá-Rosa, Pau-Brasil, Juçara, Jatobá, Angico-Vermelho e Figueira Branca. Outra espécie encontrada é o Cedro-Rosa, uma das mais antigas presentes no Instituto. Pesquisas mostram que este exemplar existe desde a década de 1910.

Árvores exóticas como a bunya-bunya, originária da Austrália, e a seringueira de jardim, da Ásia, também podem ser observadas.

 

 

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

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