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21/08 - IBITINGA-SP
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Em Brasília, voluntárias destacam serviços do Hospital Amaral Carvalho

Integrantes das Ligas de Combate ao Câncer vinculadas à instituição visitaram o Congresso Nacional para pedir apoio a parlamentares.


Na última semana, ocorreu em Brasília a 3ª Jornada dos Voluntários da Saúde, uma promoção da Federação Brasileira das Entidades de Combate ao Câncer (Febec) que mobilizou integrantes da rede de voluntariado do Hospital Amaral Carvalho (HAC) para sensibilizar parlamentares sobre a importância da destinação de recursos ao centro de referência em oncologia.

Representantes das Ligas de Combate ao Câncer do HAC foram ao Distrito Federal lutar por apoio à causa, de 5 a 7 de agosto. Alguns jovens, outros mais experientes; uns mais rápidos, outros serenos, mas todos orgulhosos e com sorriso no rosto desfilaram pelo Congresso Nacional vestindo o jaleco que os identificava como voluntários do Amaral Carvalho.

Juntos, mostraram, mais uma vez, a força da união, andando vários quilômetros entre gabinetes e plenários para falar daquilo que entendem melhor: a assistência aos pacientes com câncer. Nas 108 cidades em que existem grupos voluntários vinculados ao HAC, a maioria das pessoas sabe da importância do apoio aos doentes e do tratamento em serviço especializado. “O nosso apelo foi para que deputados e senadores olhem com carinho para o trabalho desenvolvido pelo centenário hospital filantrópico Amaral Carvalho que beneficia milhares de brasileiros”, disse a presidente da Entidade Anna Marcelina de Carvalho, de Jaú, Rosemeire Antonelli.

Ao receber as embaixadoras do hospital, assessores, chefes de gabinetes e representantes eleitos pelo povo pararam por alguns minutos para acomodar as senhorinhas e dar atenção ao assunto. Foi assim com Eduardo Bolsonaro, Roberto de Lucena, Rodrigo Agostinho e Guiga Peixoto, entre outros. A senadora Mara Gabrilli também conheceu os voluntários e fez questão de descer até o salão negro na recepção do Senado para cumprimentá-los. Além de ouvir a equipe, tirou fotos com todos e gravou um vídeo parabenizando pela “aula de amor que deram no Congresso”.

Para o superintendente do HAC, Antonio Navarro, é uma honra contar com o engajamento dos voluntários, que transformam a vida de pacientes. “Está comprovado por estudo realizado pelo nosso Registro Hospitalar de Câncer que mostrou um índice de cura e sobrevida de 12,4% superior em municípios onde existem as Ligas de Combate ao Câncer. Agora, ver essas mesmas guerreiras lutando para nos ajudar a angariar recursos, é emocionante”, disse.

O diretor afirmou que o evento foi um sucesso. “Reforçou o trabalho e a visibilidade do Hospital Amaral Carvalho como um dos mais importantes hospitais do Brasil em prevenção e tratamento oncológico, e transplantes de medula óssea."

 

Homenagem

Além da visita a parlamentares, a Febec preparou uma homenagem aos voluntários. Para representar os mais de quatro mil integrantes da rede de apoio do HAC, foram escolhidas duas antigas integrantes das Ligas: Mariza Buccironi, de Dracena, e Elisabete Zouki, de Palmital, que receberam uma obra exclusiva, confeccionada pela artista plástica paranaense Stela Carmona. Com 22 anos de atuação na Associação de Voluntários de Apoio ao Paciente com Câncer (Avapac), Mariza conta que ficou vaidosa com o reconhecimento. “Tenho prazer de trabalhar como voluntária, isso mudou a minha vida”, comentou.

As participantes também foram homenageadas com a apresentação de música feita especialmente para elas, pela cantora e compositora Maria Adriana.



Representantes das Ligas de Combate ao Câncer do HAC foram ao Distrito Federal lutar por apoio à causa, de 5 a 7 de agosto


Assessores, chefes de gabinetes e representantes eleitos pelo povo pararam por alguns minutos para acomodar as voluntárias e dar atenção ao assunto. Foi assim com Eduardo Bolsonaro, Roberto de Lucena, Rodrigo Agostinho e Guiga Peixoto, entre outros


A senadora Mara Gabrilli também conheceu os voluntários e fez questão de descer até o salão negro na recepção do Senado para cumprimentá-los. Além de ouvir a equipe, tirou fotos com todos e gravou um vídeo parabenizando pela “aula de amor que deram no Congresso" 


Para o superintendente do HAC, Antonio Navarro, é uma honra contar com o engajamento dos voluntários, que transformam a vida de pacientes

 

Sobre o Hospital Amaral Carvalho

Hospital Amaral Carvalho (HAC) é uma centenária instituição que promove a saúde e bem-estar aos brasileiros. Referência em oncologia e transplantes de medula óssea, prioriza a assistência social e conta com uma rede de mais de quatro mil voluntários que integram as Ligas de Combate ao Câncer. Localizado em Jaú, interior paulista, o HAC recebe anualmente, em média, 70 mil pacientes de todos os estados do país, a maioria de São Paulo, e realiza mais de um milhão de procedimentos, como quimioterapia e radioterapia. Além de prestar assistência à saúde de qualidade com foco na segurança dos pacientes, se destaca pela abordagem humanizada. Uma das iniciativas que beneficiam seus usuários é o vínculo com grupos voluntários que oferecem suporte aos mais carentes para garantir a continuidade e melhores resultados no tratamento.

 

Sobre as Ligas de Combate ao Câncer

O movimento voluntário do Hospital Amaral Carvalho teve início na década de 90, a partir da criação da Entidade Anna Marcelina de Carvalho, em Jaú/SP, com um grupo de senhoras, entre elas, esposas de médicos e diretores, que atendiam as necessidades dos usuários do hospital que residiam na cidade. O êxito das atividades incentivou a organização de uma rede de apoio nos municípios que mais encaminhavam pacientes para tratamento oncológico, como Garça, Santa Cruz do Rio Pardo e Ibitinga. Escolhido para ser articulador desses grupos, José Eduardo Nadalet saiu em busca de interessados em ajudar, e então, passou a cadastrar voluntários, orientar e acompanhar as ações. Esse modelo se expandiu a vários municípios e, hoje, conta com mais de 4 mil pessoas que oferecem suporte a aproximadamente 25 mil pacientes através das 108 Ligas de Combate ao Câncer vinculadas ao HAC. Fundamentais às políticas de saúde pública e ao bem-estar de milhares de brasileiros, o voluntariado supre carências de atenção extra-hospitalar dos doentes, como questões de logística, condições financeiras e até mesmo incentivo durante as etapas do tratamento.


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