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Estudante é acusado de matar brasileiro em universidade dos EUA

Brasileiro João Souza, calouro de 19 anos do curso de engenharia, morreu esfaqueado.


 Michael Roque foi detido como suspeito de matar o brasileiro João Souza em universidade nos EUA (Foto: WBNG-TV via AP)
Michael Roque foi detido como suspeito de matar o brasileiro João Souza em universidade nos EUA (Foto: WBNG-TV via AP)

O estudante Michael Roque detido em abril sob suspeita de ter esfaqueado e matado o brasileiro João Souza na Universidade Binghamton, no estado de Nova York, nos EUA, foi acusado formalmente por um júri do condado de Broome nesta semana.

Roque recebeu acusação por assassinato de segundo grau, que equivale no Brasil a homicídio doloso (com intenção de matar). Após ser preso, ele havia negado ser culpado de assassinato. De acordo com o site local de notícias Pressconnects, Roque pode pegar até 25 anos de prisão caso seja condenado.

 João Souza morreu esfaqueado em universidade nos EUA (Foto: Reprodução/Facebook/João Souza)
João Souza morreu esfaqueado em universidade nos EUA (Foto: Reprodução/Facebook/João Souza)

 

João Souza, calouro de 19 anos do curso de engenharia, morreu esfaqueado na noite do dia 15 de abril.

Os procuradores não disseram qual seria o motivo do crime. A polícia da Universidade de Binghamton disse que o assassinato não foi um ato aleatório.

Gravado pelas câmeras de segurança, Roque passou a ser procurado pela polícia, mas só foi detido na noite de segunda, em seu alojamento.

 Suspeito de esfaquear o brasileiro João Souza foi gravado pelas câmaras de segurança da Universidade de Binghamton (Foto: Reprodução/Facebook/Universidade de Binghampton)
Suspeito de esfaquear o brasileiro João Souza foi gravado pelas câmaras de segurança da Universidade de Binghamton (Foto: Reprodução/Facebook/Universidade de Binghampton)

 

'Cara ótimo'

 

A reportagem do site local de notícias Pressconnects conversou com Sammy Landino, um dos primeiros amigos de Souza no colégio em que se formaram no ano passado, antes de passarem à universidade.

Ele e Souza estavam na oitava série quando o brasileiro e sua família se mudaram do Brasil para o estado de Nova York, conta. Landino foi encarregado pela direção da escola de apresentar o novato aos demais. "Era um cara ótimo, sempre sorrindo e contando piadas", contou o amigo.

O brasileiro se destacava no time de futebol. "[Quando penso em Souza] penso em um grande homem, um atleta estelar, um cara contagiante que podia sempre fazer você rir e se conectar. Toda essa violência sem sentido é absolutamente horrível", disse Landino.

 

Fonte: G1


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